Melhores VPNs gratuitas: 5 motivos do por que elas não existem

As redes virtuais particulares, conhecidas como VPNs, tem se popularizado cada vez mais, seja entre gamers, pessoas à procura de mais privacidade ou aqueles que utilizam em situações de trabalho ou lazer. Além de permitirem o tráfego de dados, muitas vezes, mais seguro, elas concedem acesso a redes fora do país, ou seja, muitos serviços indisponíveis em território nacional barrado pelo IP, podem ser acessados livremente com o uso do serviço. De acordo com a Top10VPN, a demanda pelos serviços VPNs subiu em 44% apenas na segunda semana de março (início da quarentena no Brasil). Estima-se que até 2022, o valor de mercado global do setor deva alcançar os US$ 35 bilhões (aproximadamente R$ 182,4 bilhões em conversão direta). image-from-rawpixel-id-583455-jpeg.jpgUso de VPN pode proteger usuários de sites maliciosos e evitar que roubem suas senhas. Foto: PixabayDiante do mercado em ascenção e da constante necessidade de assegurar a segurança das informações, escolher uma VPN realmente segura se transforma em uma tarefa imprescindível. Contudo, em meio a tantas possibilidades, é preciso ter cuidado na hora de escolher o serviço. Isso porque ferramentas gratuitas que, embora prometam segurança, podem ser muito mais nocivas do que se imagina.Para redobrar esse cuidado, listamos abaixo 5 motivos importantes pelos quais VPNs gratuitas não são um bom negócio para a segurança dos dados. Confira: 1. VPNs gratuitas não são segurasOs aplicativos pagos de VPN cobram valores fixos para manutenção e perfeito funcionamento, garantindo proteção de dados dos usuário. Mas e os gratuitos? Pois bem, estes, coletam seus dados como “pagamento”.Segundo levantamento de 2018 da Top10VPN, cerca de 86% dos aplicativos de VPN gratuitos em dispositivos Android e iOS têm políticas de privacidade inaceitáveis, desde ocultação de informações em cláusulas, até o compartilhamento de dados do usuário com autoridades chinesas.Em pesquisa mais recente da instituição, de agosto de 2019, de 77% dos aplicativos sinalizados como potencialmente inseguros, 90% deles eram compostos por programas de VPN grátis. 2. Você pode pegar um malwarePor mais irônico que pareça, 38% dos aplicativos gratuitos de VPN para Android contêm malwares, segundo estudo da CSIRO.E com os crescentes casos de ataques ransomwares – golpes em que cibercriminosos criptografam arquivos do sistema infectado e solicitam uma quantia pelo resgate das informações – surge a pergunta: pagar alguns milhares de bitcoins para recuperar os arquivos da sua empresa ou desembolsar um valor irrisório em um pacote mínimo e ter a certeza da proteção dos dados? 3. “Anúncios rastreadores”É de comum acordo que propagandas em excesso tiram a paciência de qualquer um, mas, essa prática não se limita a oferecer apenas produtos de acordo com as atividades do usuário na internet. Em algumas VPNs gratuitas, os anúncios ocultam rastreadores em navegadores.Acusada em 2017 por violações de privacidade, a HotSpot Shield VPN não só vendia dados dos usuários para redes de publicidade, como também instalava cinco tipos de rastreamento diferentes e redirecionava o tráfego de clientes para servidores secretos. 4. “Roubo” de velocidade e de informações pessoaisAlguns aplicativos VPNs conseguem “roubar” sua bandwith – largura de banda que mede a capacidade de transmissão -, diminuindo a velocidade da conexão e podendo transformar seu dispositivo em um bot (“dispositivo zumbi”).As redes de bots podem ser utilizadas para realizar ataques DDoS, envio de spams, roubo de dados, além de permitirem ao invasor obter acesso irrestrito ao dispositivo e à conexão da vítima. 5. Opções pagas são as melhoresCom o crescimento do mercado de VPNs, as empresas têm oferecido diversos tipos de contratos, de acordo com a necessidade do usuário. Muitas delas oferecem descontos o ano todo e se tornam mais acessíveis ao bolso. Em meio a uma variedade delas, é possível encontrar serviços mensais que variam entre R$ 15 até R$ 70.  Via: CNET
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Romeu Zema anuncia escala de pagamento

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, anunciou, nesta quarta-feira (28/10), a escala de pagamento dos servidores do Estado em novembro. A primeira parcela, com