Nesta última quinta-feira (27/7), chegaram ao estado mais seis médicas cooperadas (cubanas) para reposição do Programa Mais Médicos de Minas Gerais. As médicas irão atuar nos seguintes municípios: Lagoa Santa (2); Patos de Minas (1); João Pinheiro (2) e Contagem (1). Outros 76 médicos cubanos já vieram para o estado neste ano e estão em exercício nos municípios.

A diretora de Políticas de Atenção Primária à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Mayla Magalhães, explica que a vinda desses profissionais busca contribuir com a recomposição dos médicos cooperados que encerraram o ciclo do programa Mais Médicos.

“Esta ação tem possibilitado a ampliação na oferta e no acesso ao atendimento médico em Unidades Básicas de Saúde de regiões e municípios mais carentes do nosso estado. Além disso, o Programa Mais Médicos aumentou a confiança da população frente aos serviços de saúde, o que proporciona a continuidade da assistência ao indivíduo e sua família, fortalecendo cada vez mais a Atenção Básica”, explicou.

Ela ainda pontuou os desdobramentos positivos do programa, como a diminuição na espera por atendimento médico, maior oferta de procedimentos, presença constante do médico na Unidade Básica de Saúde e o cumprimento de sua carga horária.

“São mudanças de hábitos, seja por parte da população em ter a garantia do atendimento feito por este profissional, como também da gestão em buscar melhorar as ações de estrutura e condições de trabalho das equipes”, completou a Diretora.

A previsão é a de que, na próxima semana, entre os dias 1º e 2 de agosto, outros cerca de 15 médicos cooperados venham para trabalhar no estado. Eles serão alocados nos municípios de Andradas, Itapé, Peçanha, Jaíba, Timóteo, Uberaba, Wenceslau Braz, Monte Belo, Cônego Marinho, São João del-Rei, Cachoeira de Pajeu, Mutum.

Posteriormente, haverá também reposição com médicos intercambistas (médicos brasileiros). Essa reposição está prevista para o final de setembro de 2017.

Mais médicos

Criado em julho de 2013, o Programa Mais Médicos objetiva não só enfrentar a escassez de médicos, que pode comprometer a promoção de um SUS mais justo e equânime, mas também de possibilitar um melhor desenvolvimento da Atenção Básica no país. Dessa forma, o programa recruta profissionais graduados no Brasil e fora do País, brasileiros e estrangeiros, para atuar nas áreas com maior necessidade e, assim, garantir à população o direito concreto ao acesso universal e de qualidade aos serviços de saúde.

Os profissionais que integram o programa atuam na Atenção Básica, porta de entrada preferencial do SUS. De acordo com o Ministério da Saúde, é neste atendimento que 80% dos problemas de saúde são resolvidos. Saiba mais sobre a atenção primária e o Sistema Único de Saúde (SUS) em: www.saude.mg.gov.br/sus.

Fonte: Agência Minas.