O juiz da Comarca de Vazante, Miller Freire de Carvalho, julgou improcedentes os processos eleitorais pedindo a cassação dos registros das coligações de vereadores Pra Frente Vazante (PP, PSB e PSDB) e Avança Vazante (PPS, PSL, PPL e PHS).
Autor dos processos, o promotor da Comarca, Lucas Francisco Romão, justificou o pedido de cassação alegando que as duas coligações lançaram candidatas a vereadora que não obtiveram sequer 1 voto,  o que caracterizaria fraude no processo eleitoral.
Na sentença, proferida nesta segunda-feira (28), o juiz entendeu que a ausência de votos em si não significa intenção deliberada de fraudar as eleições municipais e que não houve prova de má fé na conduta das candidatas.
Ainda segundo o magistrado, a cassação dos registros de chapas ensejaria medidas extremas, desproporcionais e contrárias à soberania da vontade popular, manifestada no resultado final do pleito municipal de 2016.
Fonte : Câmara Vazante