Feriado de 9 de julho é antecipado para a próxima segunda-feira em SP

O feriadão prolongado na capital paulista criado na tentativa de aumentar o isolamento social no estado terá mais um dia. Foi aprovada nesta sexta-feira (22), pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), a antecipação do feriado de 9 de julho para a próxima segunda-feira (25). 

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Em votação realizada virtualmente nesta madrugada, foram 47 votos a favor do feriado antecipado e 5 votos contra. A medida foi protestada por deputados baseados no litoral de São Paulo. Segundo eles, os feriados já implementados na capital levaram a um aumento de fluxo em direção às praias nos últimos dias.

O relator do projeto foi o próprio líder do governo Doria na Alesp, deputado Carlão Pignatari (PSDB), que orientou a aprovação do projeto na íntegra e sem a inclusão de nenhuma emenda.

Na manhã desta sexta, serão votadas as emendas enviadas ao PL, em uma nova sessão extraordinária. Dentre as propostas, os deputados vão analisar a implantação de barreiras em um raio de 150 km da capital e também no litoral. Há também uma proposta que prevê a inclusão dos parlamentares no comitê de contingência do coronavírus.

Reprodução

Alesp aprova antecipação do feriado de 9 de julho em SP/Foto: G1

Apoio da oposição

O projeto do feriadão ganhou apoio até de partidos da oposição, como o PT, que votou a favor. A bancada petista chegou inclusive a propor, em uma emenda ao projeto, que o governo estadual adotasse medidas complementares ao feriado antecipado, como a restrição do tráfego de veículos em estradas e rodovias e a construção de barreiras sanitárias permanentes no acesso ao litoral. 

Apesar do suporte, o partido não deixou de criticar o comportamento do governo. “Sim ao feriado, mas também que o governo tente corrigir o que foi feito de forma atabalhoada, que amanhã sente numa mesa e ajude os prefeitos do litoral para ter uma medida, uma propaganda educacional, que fique em São Paulo, que fique em casa, para aumentar o isolamento”, afirmou o deputado Ênio Tatto (PT).

Via: Estadão e G1

 
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